quarta-feira, 26 de março de 2008

A conferência de Doha rejeita qualquer projecto de partição nos países árabes e islâmicos


Na setima conferência islâmica, os participantes têm afirmado, Sexta-feira à Doha, a suas rejeição de qualquer projecto que visa a partição e a divisão dos países árabes ou islâmicos, considerando a unidade como um vector incontornável do projecto de desenvolvimento do Oumma.


Num comunicado que aprova os trabalhos de este encontro de dois dias, tida sob o tema " os nacionalistas e islamistes: conjunto para um futuro melhor "


A conferência chamou " todas as partes interessados e interessados pela questào do Sara marroquino para encontrar uma solução que garante o princípio da unidade do Magrebe árabe ".
Sublinhou igualmente a necessidade de resolver todos os conflitos bilaterais através do diálogo e de consagrar os princípios de liberação, de unidade e os direitos do Homem.


A conferência, que se celebra na primeira vez fora da capital libanesa desde a sua criação em 1994, tem sido observado que a língua amazigh constitui uma dimensão fundamental e autêntica da história do Magrebe árabe e da civilização árabe islâmica. Acrescentando para pôr em guarda contudo contra o risco daqueles que apoiam os projectos de divisão e de descriminaçào da cena magrebina.


Os participantes sublinharam que as pressões que se exercem sobre a identidade arabomuçulmana do Magrebe árabe constitui o problema essencial do qual sofre esta região que se opôs durante séculos à colonização ocidental.


No que respeita à questào palestina, o comunicado final sublinha a importância de reconhecer o direito legítimo da resistência e da ocupação, considerando que a resistência é a única via para a liberação.


A opção de reconciliação e de normalização constitui uma violação grave aos direitos dos Palestinos mas também os do Oumma árabe todo, avisaram.


Fontes: